22/04/2019 MEIO AMBIENTE

Marina Mattar, da Abiquim, integra CPLC

A diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Abiquim, Marina Mattar, passa a integrar o Steering Committee, uma iniciativa global da Carbon Pricing Leadership Coalition (CPLC). Ela é a única brasileira a compor o Comitê, porém já havia sido eleita para exercer a função de co-chair do grupo de trabalho internacional Mobilizing Business Support da CPLC, no período de 2016 a 2018. A escolha por Marina reflete o trabalho desempenhado pela executiva nas ações de mitigação aos efeitos das mudanças climáticas, bem como o engajamento da indústria química com respeito ao tema precificação de carbono. 
 
“O desenvolvimento sustentável é uma responsabilidade compartilhada entre o governo, o setor privado e a sociedade e a indústria química está ciente do seu importante papel nesse cenário, uma vez que é um dos setores que mais investem em inovações, criando soluções de baixo carbono para diversos setores industriais”, afirma Marina. Segundo a diretora, a economia de baixo carbono deve ser encarada como uma oportunidade, especialmente para o Brasil, por ter a maior biodiversidade do mundo, ser rico em recursos naturais, ter um extenso território e uma indústria forte. “Políticas que viabilizam uma economia de baixo carbono sustentável podem ser muito positivas para o Brasil e para indústria brasileira, no sentido de atrair investimentos e viabilizar novas tecnologias para o próprio País e para os países vizinhos. Não há sustentabilidade sem competitividade e grandes oportunidades de negócio poderão ser geradas com o novo cenário de economia de baixo carbono”, enfatiza Marina.
 
A CPLC é um projeto global do Banco Mundial e reúne governos nacionais e regionais, empresas e ONGs, que trabalham em prol do desenvolvimento de diferentes políticas de precificação de carbono no mundo. O Steering Committee é responsável por monitorar o progresso do plano de trabalho, fazer recomendações de novos grupos de trabalho e novas atividades à CPLC, mobilizar apoio empresarial, fomentar o engajamento das partes interessadas, rever as estratégias de divulgação e comunicação do tema, analisar os relatórios de progresso das atividades; e seus membros devem atuar como embaixadores da Coalizão em eventos e atividades para promover a precificação de carbono.

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