15/05/2018 ESGOTOS

Índice de tratamento ainda é crítico

O atendimento em esgotamento sanitário no País ainda deixa muito a desejar, pois os índices de tratamento do esgoto coletado variam de 100% (em alguns poucos casos), até ínfimos 2%. Os serviços ou companhias municipais estão na liderança, a maioria com índices acima de 90%. No total, 21 companhias ou entidades informam tratar mais de 90% do esgoto coletado. Integram esta lista o Semae de Piracicaba (que terceirizou o serviço para a iniciativa privada, através da Aegea), DMAE de Araraquara, DMAE de Poços de Caldas, SAAE Barretos, Samae Mogi Guaçu, DAE Penápolis, SAAE Ituiutaba, SAE Ourinhos, SAE Araguari, Demsur, Semasa, SEMAE S. J. Rio Preto, CSJ (companhia privada, que atende Jundiaí), SAAE Sorocaba, SAAE Indaiatuba, Cesama, Sanasa, DAE Valinhos e SAAE Unaí.

Dentre as empresas que estão com os piores índices em termos de tratamento de esgotos encontram-se Caerd (Rondônia), Caesa (Amapá), Cosanpa (Pará), Corsan (Rio Grande do Sul), Caema (Maranhão), Casal (Alagoas), Casan (Santa Catarina), Caern (Rio Grande do Norte), Compesa (Pernambuco), Cedae (Rio de Janeiro), Sanesul (Mato Grosso do Sul), Cagece (Ceará), DESO (Sergipe) e SAAE Atibaia. Estas têm índices variando entre 2% e 50%.

Para ter maiores detalhes da situação do saneamento no País, acesse a edição especial Maiores do Saneamento, da revista Saneamento Ambiental, que traz o único ranking das empresas e serviços de saneamento. A edição está disponível em www.sambiental.com.br/revista/SA188.pdf

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